domingo, junho 11, 2006

Que se espalhe a noticia

















Na passada Sexta-feira, dia 9, nasceu a Associação Cultural Mercado Negro.
Uma proposta diferente à cidade de Aveiro.

Numa casa antiga, mesmo em frente ao canal principal, um projecto inovador e multi-funcional que se quer destacar como um pólo de cultura urbana na cidade. Com uma programação cultural regular e de qualidade, o espaço inclui um pequeno auditório com capacidade para 90 pessoas, um café dividido por três salas (sempre com uma cuidada selecção musical), a fantástica lojade música dB (de que se destaca a simpatia e o apurado conhecimento musical), a loja Lollipop, a loja de design Miyabi , a galeria Poc de Tot e nós, a livraria O Navio de Espelhos. Para o nosso lugar inventámos um novo conceito, somos um lugar de livros e vinhos. Pensamos aconselhar o livro certo para ler à luz de um delicioso vinho, ou vice-versa.
Todos os espaços são complementares e pretendem configurar, na sua área, uma verdadeira alternativa à oferta existente na cidade.
Estarão todos abertos em simultâneo, todos os dias de terça-feira a sábado, das 13h às24h.
Ainda que as actividades culturais se tornem mais intensas a seguir aoVerão, a programação das próximas semanas incluirá já um ciclo de cinemadedicado à British New Wave dos anos 60, uma sessão de leitura peloescritor Gonçalo M. Tavares com a participação de um solista devioloncelo,exposições, sessões de poesia, um concerto do combo Ad Jazz e o lançamento(com sessão de leitura) de um livro de António Pedro Ribeiro, editado pelaObjecto Cardíaco, com a presença do autor e do editor valter hugo mãe,entre outras iniciativas a anunciar.
É uma verdadeira Bomba, um hino à nossa cidade. Um grupo de pessoas decidiu perder o seu tempo para nos oferecer, a todos, algo novo. Algo verdadeiramente novo. O Mercado Negro quer ser um espaço dinâmico e de âmbito colectivo, pelo que está aberto a propostas e à participação de todos.

É um lugar que quer "engolir" a cidade.

Apareçam.
Este lugar é para todos e sobretudo para vocês, os do Navio.
Venham sempre.
Mas, venham também à festa.
Já é hora de sairmos para a rua e celebrarmos o que de bom a cidade nos dá a cada instante.