segunda-feira, janeiro 30, 2006

Hay mañanas en las que me levanto con frio














"Uma rosa depois da neve senão for para arder de que serve?"

terça-feira, janeiro 24, 2006

P O E T R I A



Neste Inverno nasce uma URGÊNCIA, chama-se:



IR COMPRAR LIVROS A ESSA ADORÀVEL LIVRARIA QUE CHAMA POETRIA



Ou será que não apetece também continuar a ir às livrarias das pessoas que decidiram dar-se aos livros? Ou não apetece mais ler agora que os dias estão frios e pequeninos? Ou já lemos tudo o que foi editado?

Why dont you call me Cora?




"I like to be left alone too,
suppose that's why i'm here"

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Para esquecer o frio... contar















As crianças desarrumaram os livros, correram, escreveram na parede, brincaram, riram e ouviram histórias... tudo dentro de uma livraria!
Tentei iluminar as sombras invernosas com flores coloridas e contos de todo o mundo.
Fui contar histórias na livraria O Navio de Espelhos em Aveiro que todos os Domingos,às 18h tem sessões de contos para crianças.
Deixo-vos um conto que veio da Índia, lindo!

O Sol, o Vento e a Lua

Há muito, muito tempo, quando o mundo tinha acabado de ser feito, o Sol, o Vento e a Lua foram convidados para jantar com os seus tios o Trovão e o Relâmpago, pois os homens iam fazer uma festa sumptuosa em sua homenagem. A Mãe Estrela ficou em casa pois tinha de iluminar o céu escuro.
O Sol e o Vento eram gulosos e egoístas e quando chegaram à festa divertiram-se, dançaram e comeram todas as iguarias sem se preocuparem em levar um pouco para a sua mãe. Mas a Lua, delicada, não a esqueceu. De cada prato servido no banquete, ela tirava um bocadinho e escondia sob as suas lindas e longas unhas que mais pareciam raios de luz.
Quando regressaram, a Mãe Estrela que tinha ficado toda a noite em vigília pelos filhos, com os seus olhos pequeninos e brilhantes, perguntou:
- Então, meus filhos o que troxeram para mim dessa festa tão maravilhosa?
O Sol, o filho mais velho, disse:
- Não trouxe nada. Saí para me divertir!
O Vento, o filho do meio, disse:
- Eu também não trouxe nada minha mãe, mal tive tempo só para mim...
A Lua, a filha mais nova, disse:
- Mãe, vai buscar um prato e vê o que te trouxe!
Assim que a Mãe Estrela pôs o prato em frente da Lua ela começou a sacudir as mãos e o prato ficou cheio dos mais refinados manjares.
A Mãe Estrela virou-se para o Sol e disse:
- Tu que só pensaste em ti sem pensares na tua mãe, eis o que te vai acontecer: a partir de agora, os teus raios serão sempre ardentes e quemarão tudo o que tocarem. Os homens vão-te detestar e cobrirão as suas cabeças quando apareceres.
Esta é a razão pela qual o Sol é tão quente.
Depois virou-se para o Vento e disse:
- Tu, que só pensaste em ti sem pensares na tua mãe, eis o que te vai acontecer: a partir de agora , vais soprar nas estações mais quentes e secas, vais crestar e secar todas as coisas vivas e os homens vão-te detestar e evitar sempre.
Esta é a razão porque o vento é desagradável mesmo no calor.
Depois virou-se para a Lua e disse:
- Filha, porque tu te lembraste da tua mãe e guardaste para ela uma parte do teu próprio prazer, de hoje em diante terás uma luz suave calma e brilhante e os homens te chamarão sempre a abençoada.
Eis a razão porque a luz da lua é tão suave, amena e bela.

É possível que um filme também seja uma dessas paisagens?

L A V I D A S E C R E T A D E L A S P A L A B R A S




























“Alguien dijo que desde el momento en que uno tiene vida interior, ya está llevando una doble vida. Las palabras, como manadas de peces, pululan en nuestra cabeza y se agolpan en las cuerdas vocales, pugnando por salir y por ser escuchadas por los demás. Y, a veces se pierden en ese camino entre la cabeza y la garganta. Esta película trata de todas esas palabras perdidas, que durante mucho tiempo vagan en un limbo de silencio (y malentendidos y errores y pasado y dolor) y un día salen a borbotones y cuando empiezan a salir ya nada puede pararlas.”
ISABEL COIXET

afazeres de inventário



«No creo indispensable tomar un sueño por realidad, ni la realidad por locura» Adolfo Bioy Casares

(roubado ao Zé Mário na sua última invenção http://morel.weblog.com.pt/)

terça-feira, janeiro 10, 2006

Pedido de amigo












Não é possível não publicar este post que nos chegou por mail:

Se, à noite, quiser/puder aparecer,
terei muito gosto em a/o ver,
para lhe apresentar
(com a ajuda de uns amigos que vão ler e da jornalista Filipa Leal que vai falar)
o meu livro ABRASIVAS.
Os seus amigos e conhecidos também serão bem vindos.
Se quiser difundir o convite, já é uma grande ajuda.

José António Gomes / João Pedro Mésseder


4ª-feira, dia 11 de Janeiro 2006

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE POESIA

“ABRASIVAS”

De João Pedro Mésseder – 21h30
Local: Biblioteca Municipal de Espinho

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Os contos de 2006 começam na Noite de Reis

Noite de Reis Jorge Serafim






Como habitualmente, na primeira Sexta-feira do mês,
às 21h30,
de alma e ouvidos bem abertos,
deixamo-nos levar pelos Contos.


Desta vez o Serafim Narrador traz outro com ele: o Serafim Poeta.

Venham espreitar.