domingo, junho 13, 2004

para que não nos devore o silêncio



“Quando um poeta morre cedo de mais e deixa a vida a arder nas mãos de quem fica, acontece isto: queima-nos a todos e todos são cada vez mais. É assim, por combustão progressiva, que crescem os mitos. Al Berto tinha os seus e sangrou-os vorazmente em tudo o que escreveu - em tudo o que viveu.”

Alexandra Lucas Coelho
Público, 11 de Janeiro de 1999


Hoje, às 21h30, alimentaremos a combustão.